terça-feira, 5 de novembro de 2013

CONGRESSO INTERNACIONAL DA ALAL NA COLÔMBIA.

ONDE ESTÃO?


Foto: Dras. Margarida Barreo e Ellen Hasan

Já se encontram na Colômbia para participação do Congresso Internacional da ALAL em Medellin, as Dras. Margarida Barreo e Ellen Hasan, palestrantes....

Leia mais.

MUNDO DO TRABALHO & EVENTO DE CUNHO SOCIAL
A ALAL, Associação Latino-Americana de Advogados Laboralistas (www.alal.com.br) realiza na Colômbia, Medellin, O XI ELAT, num Congresso Internacional, com a participação já assegurada de representações multidisciplinares do Mundo do Trabalho, advogados, médicos, psicólogos, professores, economistas, magistrados do trabalho, dirigentes sindicais, lideranças diversas, ativistas sociais, na busca da contribuição pela efetividade dos direitos humanos, sociais, laborais, sindicais e previdenciários de unidade, solidariedade à construção de uma força política emancipatória, por um Mundo Novo e de Inclusão social.

O Evento será realizado em Medellin, Colômbia, dias 6,7 e 8 de novembro de 2013.

ÉTICA ABANDONADA & CONFISSÃO PELA TORTURA.

EUA obrigaram médicos a desenvolver e participar de tortura, diz relatório
O Pentágono e a CIA obrigaram alguns médicos a ignorar suas normas éticas durante anos para obter, através da tortura, informações de suspeitos de terrorismo e, na atualidade, para forçar o fim das greves de fome dos prisioneiros de Guantánamo, denunciou um relatório de um instituto médico americano.
As conclusões de um grupo de trabalho detalham que, desde os atentados de 11 de setembro de 2001 até 2005, a Administração do então presidente, George W. Bush, solicitou que o pessoal médico militar desenvolvesse e participasse de 'tratamentos cruéis, desumanos, degradantes e de tortura dos presos'.
O relatório, intitulado 'Ética Abandonada: Profissionalismo médico e abuso de prisioneiros na guerra contra o terrorismo', foi publicado nesta semana pelo Instituto para a Profissão Médica dos EUA, com sede em Nova York.
'As atividades do pessoal médico na CIA e nas Forças Armadas foram resultado de políticas que vão contra todos os requisitos éticos da profissão, com o objetivo de utilizar esses médicos em interrogatórios avançados', acrescentou o relatório.
O documento detalha como os padrões de interrogatório do FBI foram ignorados após os atentados de 11 de setembro de 2001 e 'as mais altas instâncias do governo' determinaram que os presos na guerra contra a Al Qaeda e o terrorismo islâmico não estavam protegidos pela Convenção de Genebra.
'Ao contrário das normas éticas aplicáveis à prática forense, o dever profissional de não fazer mal foi limitado', mesmo que - assegurou o relatório - o código ético dos médicos estivesse acima das considerações legais do momento.
O Departamento de Defesa e a CIA substituíram as obrigações éticas dos médicos por obrigações legais, elaboradas para prisões clandestinas da agência de inteligência e em centros de detenção no Afeganistão e Iraque.
Nas prisões secretas da CIA os médicos foram designados como 'oficiais de segurança' para evitar simplesmente os danos excessivos aos detidos durante os interrogatórios.

COMISSÃO INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS: ARGENTINA ENCONTRA DOC. SECRETOS.

Argentina encontra documentos secretos com "listas negras" da ditadura
BUENOS AIRES, 05 Nov 2013 (AFP) - O governo argentino anunciou nesta segunda-feira ter encontrado 280 atas originais e secretas da ditadura militar (1976/83), no subsolo da sede da Força Aérea, e os documentos incluem informações sobre desaparecidos e "listas negras" com nomes de artistas e intelectuais.

"Foram encontradas 280 atas originais, em seis arquivos com índice de temas tratados pelas juntas militares", disse o ministro da Defesa, Agustín Rossi, em entrevista coletiva.

Segundo Rossi, trata-se do primeiro grande achado de documentação secreta da ditadura militar, algo de "grande valor histórico".

O ministro revelou que entre os documentos há três livros originais com informação sobre comunicações da Junta, incluindo "a solicitação que Hebe (de Bonafini, presidente das Mães da Praça de Maio) fez sobre seus filhos desaparecidos".

As listas negras, que incluem 153 artistas e intelectuais, incluem o escritor Julio Cortázar (falecido em 1984), a cantora Mercedes Sosa (falecida em 2009) e os atores Héctor Alterio e Federico Luppi.

Rossi mostrou vários documentos originais encontrados e fotos em sua apresentação à imprensa, na qual destacou que a documentação vai da data do golpe de Estado, em 24 de março de 1976, até 1983, quando ocorreram eleições presidenciais.

"Temos as posições de cada uma das Forças Armadas sobre os temas tratados nas reuniões", disse Rossi, que exibiu gráficos revelando que os militares planejavam ficar no poder até o ano 2000.

Mas diante da crescente resistência interna e da pressão internacional, a ditadura recebeu um golpe definitivo com a derrota na guerra das Malvinas para a Grã-Bretanha, em 1982.

Algumas atas encontradas tratam de opositores desaparecidos e instruem sobre como abordar o tema diante da opinião pública e dos meios de comunicação.

Ao menos 30 mil pessoas desapareceram durante a ditadura argentina, segundo organismos humanitários.

"Uma parte está dedicada à visita feita em 1989 pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos", quando familiares das vítimas fizeram longas filas para apresentar denúncias em Buenos Aires.

Segundo Rossi, foi o comandante da Força Aérea, brigadeiro Mario Callejo, que informou o governo sobre os documentos.

"É um fato qualitativo diferente de etapas anteriores e ajuda a consolidar esta nova etapa a qual as Forças Armadas estão subordinadas à Constituição e ao poder civil", destacou Rossi.

O funcionário revelou que os documentos foram encontrados durante uma limpeza no subsolo do prédio Cóndor, sede da Aeronáutica, em dois cofres e dois armários.

Desde a sexta-feira passada, quando o brigadeiro Callejo revelou o achado, um grupo da Direção Nacional dos Direitos Humanos trabalha para preservar os documentos e relacioná-los.
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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

OPOSIÇÃO SINDICALVALORIZAÇÃO E LUTA.

OPOSIÇÃO SINDICALVALORIZAÇÃO E LUTA
 
 “A emancipação dos trabalhadores será
        obra dos próprios trabalhadores”
                                          Estatuto de Fundação da I Internacional, 1864.
Momento tenso na Hydro Alunorte, por conta do impasse na negociação coletiva a proposta apresentada pela empresa no dia 28 de outubro não atende os anseios dos Trabalhadores. Novamente os Gerentes gerais, recorem a velha prática de amedrontar os funcionários, quando deveria dialogar abertamente com os mesmos.
 A direção do Sindicato por outro lado, ao invés de realizar assembleia geral de imediato, para votarem a proposta da empresa marcou para o dia 04 de novembro deixando os trabalhadores sofrerem pressão por uma semana dos seus gerentes     para “convencer” os trabalhadores (as) a aceitar a proposta da Hydro Alunorte.
 A oposição sindical é totalmente contra a proposta da empresa, pois não vê nenhum avanço que venha trazer benefícios aos trabalhadores. O reajuste do tíquete, por exemplo, de apenas $26,00, não dá para comprar cinco quilos de farinha, isso é um absurdo. A empresa não pode reajustar o tíquete pelo índice do INPC, já que o preço da cesta básica é medido por outro índice.
Segundo pesquisa do DIEESE, o custo da cesta básica para uma família padrão paraense, composta de dois adultos e duas crianças, ficou em R$ 877,05 sendo necessários, portanto 1,3 salários mínimos para garantir as mínimas necessidades do trabalhador e sua família somente com alimentação.
A mesma pesquisa informa que o balanço sobre a trajetória do preço da alimentação básica dos paraenses nos nove primeiros meses de 2013, janeiro a setembro, mostra alta acumulada de 7,65% (índice superior a inflação), é por isso que estamos pedindo aos trabalhadores e trabalhadoras que não se intimidem com a pressão e no dia 04 de novembro votem não, com coragem e acreditando que seu ato será importante para que a empresa coloque em prática um de seus valores mais importante o respeito.

RETROCESSO SOCIAL & TERCEIRIZAÇÃO.

 

CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES

 

Audiência pública na Assembleia Legislativa em SP amplia debate do PL 4330 da terceirização

31/10/2013

Fórum estadual contra as terceirizações será rearticulado para potencializar embate contra proposta de precarização do trabalho no Brasil

Escrito por: Flaviana Serafim/CUT-SP

O Projeto de Lei (PL) 4330/04 da terceirização foi tema de debate na Assembleia Legislativa nesta quarta (30), na audiência pública “Direitos iguais para todos os trabalhadores”, convocada pelos deputados estaduais Bete Sahão e Luiz Claudio Marcolino (PT).
Os parlamentares e lideranças do movimento sindical decidiram rearticular o fórum estadual contra as terceirizações para potencializar o embate contra o PL 4330. Também foi deliberada uma moção de repúdio contra o PL 4330/04, além do compromisso dos deputados de construir um projeto de lei estadual para restringir o uso de mão de obra terceirizada em São Paulo.
De autoria do deputado federal Sandro Mabel (PMDB-GO), o PL tem o objetivo de liberar as terceirizações sem limites, inclusive na atividade principal da empresa, seja ela privada ou pública, o que resultará na retirada de direitos dos trabalhadores/as e na precarização do emprego.
Rogério Giannini, secretário de Relações do Trabalho da CUT-SP, ressaltou que o PL 4330/04 vai na contramão da política de valorização do salário mínimo, que mudou para melhor o quadro econômico e social da população. “É uma pauta negativa, que vai contra o aumento da massa salarial, um dos pilares do desenvolvimento do país. Aqueles que acreditam nos projetos de crescimento do Brasil tem que se posicionar contra o PL”, defendeu.
Para Maria das Graças Costa, secretária nacional de Relações de Trabalho da CUT, “da forma como está, o PL não passa porque seu conteúdo não é aprovado pelos trabalhadores e nem por aqueles que defendem os direitos do trabalho. Não há ambiente para votação de uma matéria dessa natureza quando se chega nesse nível de divergência”. Entretanto, alerta a dirigente, a estratégia é manter a pressão porque a maioria dos parlamentares do Congresso Nacional é formada por empresários.
Serviço público - “O PL 4330/04 tem que ser debatido em todos os lugares, inclusive nas câmaras municipais, porque o projeto tem impacto não só na empresa privada, mas também no setor público”, destacou Marcolino.
A terceirização na área pública foi justamente um dos destaques nas discussões, sobretudo pelos riscos com a perda na qualidade do atendimento de serviços essenciais prestados à população, como educação e saúde – esta já impactada pelo modelo privatizante das Organizações Sociais (OSs) adotado pelo governo estadual do PSDB.
“O governo estadual de SP tem mais de 30 hospitais administrados por OSs numa área que é vital. Constitucionalmente, a saúde tem que ser administrada pelo Estado, mas o governo do PSDB consegue passar essa responsabilidade por meio da terceirização”, disse Bete.
Os participantes também foram unânimes ao afirmar que o serviço terceirizado não é pior por culpa dos trabalhadores, mas devido à falta de treinamento e à grande rotatividade gerada pelos baixos salários.
Previdência e futuro em risco – Estudos do Dieese revelam que os terceirizados são maioria entre as vítimas de acidentes de trabalho e a aprovação do PL vai piorar esse quadro, aumentando o número de afastamentos e de pagamentos de benefícios pelo INSS.
Por isso, os dirigentes alertaram não só para o impacto na previdência social, mas também para o fato de que a conta desses custos ficará para os cidadãos e cidadãs que pagam seus impostos.
No final dos debates, as lideranças do movimento sindical pontuaram, ainda, que a luta contra o PL 4330 é importante não só para os trabalhadores atuais, mas deve enfrentada considerando também as futuras gerações.
A audiência pública contou com a presença de representantes de sindicatos dos ramos químico; bancário; da educação; da saúde; serviços de limpeza; urbanitários; portuários; psicólogos; trabalhadores da guarda municipal; trabalhadores e instrutores em auto escolas; servidores municipais e estaduais; portuários entre outras categorias.

SAÚDE DO TRABALHADOR E PREVENÇÃO & DEVER DO EMPREGADOR.


MPT e Previdência Social discutem termo de cooperação
 
29/10/2013
 
Objetivo é troca de informações para auxiliar nas investigações sobre acidentes e doenças do trabalho

Brasília – O Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Ministério da Previdência Social (MPS) discutem a formalização de um termo de cooperação para acesso ao banco de dados de segurados. O objetivo é incrementar a ação do MPT na defesa da saúde do empregado no ambiente de trabalho. Audiência entre o procurador-geral do Trabalho, Luís Camargo, e o ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, nesta terça-feira (29), avançou nas negociações.
 
“O Termo de Cooperação será um instrumento facilitador das investigações do MPT sobre o meio ambiente do trabalho”, comentou Luís Camargo.
 
Para o coordenador nacional de Defesa do Meio Ambiente de Trabalho (Codemat), Philippe Gomes Jardim, que também participou da audiência, “com as informações será possível identificar as empresas onde ocorre maior número de agravos à saúde dos trabalhadores”.
 
Além do termo de cooperação, foram discutidos no encontro o nexo técnico epidemiológico nas perícias médicas de trabalhadores que solicitam o auxílio doença e necessidade de mudanças no sistema do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) de aprovação de concessão do benefício ao segurado.
 
Na audiência, a procuradora regional do Trabalho Ileana Neiva Mousinho entregou um estudo sobre o tema realizado no Rio Grande do Norte pela Universidade Federal ao ministro como subsídios.
 
Além do ministro Garibaldi Alves, participaram da audiência o presidente do INSS, Lindolfo Neto de Oliveira Sales; a secretária executiva adjunta do MPS, Elisete Berchiol da Silva Iwai; outros diretores e assessores da área no MPS e do INSS.
 
Uma próxima reunião para discutir o termo de cooperação foi marcada para 11 de dezembro.
 
 
Informações:
Procuradoria-Geral do Trabalho
Assessoria de Comunicação
(61) 3314-8222

http://portal.mpt.gov.br/wps/wcm/connect/db79700041a337ada71ae7bbcecb92c3/29.10.13_audi%C3%AAncia.jpg?MOD=AJPERES&CACHEID=db79700041a337ada71ae7bbcecb92c3

Acidente na Rodovia PA 483 deixa um Trabalhador Morto.

BARCARENA: ACIDENTE NA RODOVIA PA 483 DEIXA 1 MORTO
Na tarde desta sexta-feira, um grave acidente de trânsito na rodovia PA 483 envolvendo um ônibus da empresa Translíder e uma caçamba da empresa Melo, ceifou a vida de um trabalhador e deixou vários passageiros feridos, tendo alguns sido encaminhados para hospitais em Belém, como foi o caso de uma senhora que ficou presa nas ferragens do ônibus e teve que ser transferida as pressas para a capital paraense para ser operada.
O trabalhador que faleceu era motorista da caçamba e o corpo foi encaminhado ao IML de Abaetetuba. O motorista da Translíder apresentou-se espontaneamente ao delegado de Vila dos Cabanos, acompanhado pelo advogado da empresa, onde relatou minuciosamente os fatos. Um representante do Ministério Público de Barcarena esteve na delegacia para acompanhar o caso, tendo em vista que a segurança dos universitários vem sendo discutida há mais de 5 anos, com a participação do Conselho tutelar de Barcarena, Ministério Público, Sindicato dos Químicos e associação dos universitários.
O acidente fez ressurgir antigos questionamentos e medos relacionados ao transporte público utilizado pelos munícipes e, em especial, pelos estudantes universitários que diariamente se deslocam para Belém para estudar.
As condições dos ônibus que fazem o transporte dos universitários são as piores possíveis, isso sem contar com o excesso de velocidade no horário de zero hora, do porto Areapari para Vila dos Cabanos e Barcarena-sede.
É preciso que as empresas olhem com mais atenção e sensibilidade para o transporte público, pois, vidas estão se perdendo em função do descaso de empresários que só visam a lucratividade...